quarta-feira, 25 de abril de 2012

Uma seleção bem brasileira para 2014



Todos sabem que sou um admirador confesso do “toco y me voy” argentino, mas antes de tudo, independentemente do sotaque, das flâmulas e brasões, gosto do futebol jogado por quem essencialmente sabe jogar futebol (intimidade com a “criança”, bom no “couro”), em que pese o resultado final de uma peleja ou de uma competição, não seja a vitória, a classificação, o caneco.

No próximo mês de julho estarei lançando em parceria com o jornalista Gustavo do Amaral Roman, o livro “Seleção de 82 – O que faltou a futebol arte?” (Maquinária editora). Obra dedicada à maior seleção de futebol que já vi jogar, apesar do desequilíbrio tático que apresentou, pois foi brilhante e fantástica com a bola nos pés, e sem o balão, nem tanto. Mas isso é assunto que tratamos com detalhes no livro. É aguardar para conferir.

Pensando na geração atual de boleiros brasileiros badalados para 2014, mas optando pelos militantes do futebol arte contemporâneo, e usando como referência o legado da geração de 82, exponho e “banco” aqui, um Brasil que pode unir muita criatividade com eficiência defensiva. Uma equipe que atinja o equilíbrio tático que a seleção de 82 não conseguiu, priorizando talentos que almejem e qualifiquem a posse de bola e ao mesmo tempo que sejam igualmente comprometidos com a busca pela recuperação da pelota. Um escrete canarinho com condições de encantar e com obrigação de minimizar riscos defensivos. É possível? Sim!

Diagramas táticos


A partir de um 4-3-3 baseado no posicionamento de referência de cada jogador. Neymar e Ramires com liberdade para alternarem o lado do campo:

4-3-3
Escalação: Diego Alves (Valencia); Daniel Alves (Barcelona), Thiago Silva (Milan), Dedé (Vasco), Marcelo (Real Madrid); Arouca (Santos), Renato (Botafogo), Ganso (Santos); Ramires (Chelsea), Damião (Inter - RS) e Neymar (Santos).
Jogadores com perfil técnico e tático para realizarem um rodízio constante de posicionamento e função. Arouca e Ramires como principais encarregados de cobrir os ofensivos, Daniel Alves e Marcelo.
Renato como capitão e  principalmente, como o homem de meia cancha capaz de qualificar muito  a transição ofensiva ao carimbar a saída de bola canarinho.

Em 2014 o volante/meia Renato terá 34 anos. Absurdo citá-lo para titular canarinho em 2014?

Além de ser um volante extremamente técnico (algo cada vez mais raro no futebol brasileiro), Renato é um jogador de ótima visão de jogo, que sabe os atalhos do campo (noção de posicionamento diferenciada), e sempre foi um jogador que soube se preservar fisicamente, dentro e fora das 4 linhas. Como capitão, Renato poderá fornecer além do conhecimento de cancha, a serenidade que jogadores como Ramires, Marcelo e Neymar irão precisar em se tratando de um mundial jogado em casa, onde a pressão de torcida e mídia será imensa.
E é sempre bom lembrar também que estamos falando de uma Copa do mundo, competição de tiro curto (7 jogos), diferentemente das desgastantes temporadas brasileiras com seus campeonatos estaduais inchados e brasileirões de 38 rodadas disputadas em vários gramados pesados e incompatíveis com competições profissionais de futebol.

Completando o elenco:

Goleiros – Jefferson (Botafogo) e Fabio (Cruzeiro)

Lateral direito - Rafael (Manchester United)

Lateral esquerdo – Cortez (São Paulo)

Zagueiros – David Luiz (Chelsea) e Luisão (Benfica)

Volantes – Casemiro (São Paulo) e *Hernanes (Lazio / *também é meia)

Meia – Oscar (Inter – RS)

Atacantes – Hulk (F.C Porto) e Lucas (São Paulo)


De posse da bola:



4-1-4-1: Renato trabalhando na intermediária ofensiva junto a Ramires, Ganso e Neymar.




3-1-4-2: Daniel Alves adiantado pelo lado direito do ataque e Marcelo buscando a meia e a beirada esquerda da cancha. Os dois se alternando na composição de uma ofensiva segunda linha de 4, ao lado de Renato, Ganso e Ramires.




3-2-3-2: Renato segurando o seu posicionamento próximo a Arouca a frente da dupla de zaga canarinho, Thiago Silva e Dedé. O volante/meia do alvinegro carioca dividindo com Arouca a tarefa de iniciar a transição ofensiva brasileira e ao mesmo tempo dando uma sustentação maior para as subidas alternadas de Marcelo e Daniel Alves, pelos flancos ou pelas meias.



Sem a bola
Os desenhos táticos que observamos quando, por exemplo, o goleiro rival cobra o tiro de meta. Para uma marcação pressão (meia/alta) na saída de bola adversária, teríamos a aplicação dos três desenhos táticos a seguir:

4-2-3-1: Com Ramires e Neymar abertos pelos flancos buscando anular a saída de bola adversária com os seus laterais.




4-3-2-1: Com o recuo de Ramires reforçando a marcação por dentro.





4-3-1-2: Com o recuo de Ramires por dentro, e Neymar mais adiantado junto a Damião pressionando principalmente a dupla de zaga rival.





Opção tática sem a aplicação da marcação pressão: 4-4-1-1
 Com os recuos de Ramires e Neymar pelos lados do campo, formando uma segunda linha de 4 tendo como referência a risca central do gramado. Uma boa opção tática após construída um vantagem no placar, para poupar fisicamente a equipe e responder com contragolpes rápidos explorando os espaços deixados pelo avanço das linhas adversárias em busca da reação.





Renato Zanata Arnos

20 comentários:

Kátia disse...

Concordo mas, faltou aí o David Luiz. o Hernanes. E o Renato do Botafogo na seleção?

Tauan Ambrosio disse...

Escalação excelente! O futebol que pode sair deste escrete seria de encher os olhos. Só tenho dúvidas quanto a marcação. Ramires e Arouca teriam que se desdobrar, já que Ganso não é de compor marcação, e Renato, apesar de conhecer os "atalhos" do campo, não tem o pique de antigamente. Neste "problema", considero que a falta de hábito de Ganso em voltar e buscar a bola seria mais problemático. Mas também gosto de frizar que esse é um problema originado pelo futebol cada vez mais dependente do físico (o corpo humano não aguenta todas as evoluções tecnológicas de bolas e outras coisas que deixam o jogo em ritmo de prova olímpica. Não é a toa que o número de problemas de coração têm aumentado. Tecnologia agora, só para auxílio de arbitragem... mas aí é uma história diferente da tratada aqui rs). Grande abraço!

Tauan Ambrosio disse...

Escalação excelente! O futebol que pode sair deste escrete seria de encher os olhos. Só tenho dúvidas quanto a marcação. Ramires e Arouca teriam que se desdobrar, já que Ganso não é de compor marcação, e Renato, apesar de conhecer os "atalhos" do campo, não tem o pique de antigamente. Neste "problema", considero que a falta de hábito de Ganso em voltar e buscar a bola seria mais problemático. Mas também gosto de frizar que esse é um problema originado pelo futebol cada vez mais dependente do físico (o corpo humano não aguenta todas as evoluções tecnológicas de bolas e outras coisas que deixam o jogo em ritmo de prova olímpica. Não é a toa que o número de problemas de coração têm aumentado. Tecnologia agora, só para auxílio de arbitragem... mas aí é uma história diferente da tratada aqui rs). Grande abraço!

Caio Cidrini disse...

Ótima analise. Concordo com Renato na seleção, jogador extremamente diferenciado, profissional e craque. A cobertura do Ramires funcionaria, mas como ficaria na outra lateral? Com o Arouca cobrindo e somente o Renato marcando o meio não fica vulnerável?

http://aquestaoeofutebol.blogspot.com.br/

Moisés Jardim Pinheiro disse...

Prefiro o Mário Fernandes ao Rafael, pois joga na lateral e na zaga (pra mim é um líbero nato, mas não se vê + líberos por aí), tem boa capacidade de marcação e alta capacidade técnica (como vc falou, trata muito bem a criança), porém depois da negativa à CBF é difícil seu retorno a seleção.

Anônimo disse...

L. Franco

Acertou em cheio. Agora em junho, após perdermos de 4 a 3 para seus conterrâneos, esse seu time brasileiro parece mais convincente ainda. O Ramires voou como meia pela direita no Chelsea, o Marcelo virou um monstro (no bom e no mal sentido, rsrsr) na lateral esquerda e sem o Ganso o Oscar mostrou ser um jogador muito dentro desse "toco e me vou" que também aprecio muito. Aí que saudades do Tele. Já te incluo na minha grande pátrio dos amantes do bom futebol. Grande abraço.

Marcos O. C. Alves disse...

O que eu mudaria nessa escalação:

Ralf no lugar de Arouca: um volante de marcação muito superior a Arouca. Arouca não cumpre mais papel de primeiro volante há muito tempo. E nem como um volante apoiador tem futebol para ser titular de uma Seleção Brasileira.

Hernanes no lugar de Renato: concordo com todos os elogios feitos a Renato, entretanto Hernanes juntamente com Ramires daria uma dinâmica maior à Seleção. Dois meias que sabem marcar, apoiar e finalizar. Além de estarem em grande fase no futebol europeu, o que dá mais "moral". De qualquer forma, Renato é um bom nome para compor os 23 jogadores.

Oscar no lugar de Ganso: acho que após os últimos jogos de Oscar na Seleção e no Inter e de Ganso no Santos (do meio de 2011 pra cá), essa mudança é indiscutível.

Por fim, Damião é uma verdadeira incógnita, a meu ver. Acho que um jogador do seu estilo se encaixaria bem, entretanto tenho lá minhas dúvidas quanto ao potencial desse jogador. Talvez uma temporada em um bom time europeu seja suficiente para termos mais base para analisá-lo.

O time jogaria num 4-3-1-2

Marcos O. C. Alves disse...

O que eu mudaria nessa escalação:

Ralf no lugar de Arouca: um volante de marcação muito superior a Arouca. Arouca não cumpre mais papel de primeiro volante há muito tempo. E nem como um volante apoiador tem futebol para ser titular de uma Seleção Brasileira.

Hernanes no lugar de Renato: concordo com todos os elogios feitos a Renato, entretanto Hernanes juntamente com Ramires daria uma dinâmica maior à Seleção. Dois meias que sabem marcar, apoiar e finalizar. Além de estarem em grande fase no futebol europeu, o que dá mais "moral". De qualquer forma, Renato é um bom nome para compor os 23 jogadores.

Oscar no lugar de Ganso: acho que após os últimos jogos de Oscar na Seleção e no Inter e de Ganso no Santos (do meio de 2011 pra cá), essa mudança é indiscutível.

Por fim, Damião é uma verdadeira incógnita, a meu ver. Acho que um jogador do seu estilo se encaixaria bem, entretanto tenho lá minhas dúvidas quanto ao potencial desse jogador. Talvez uma temporada em um bom time europeu seja suficiente para termos mais base para analisá-lo.

O time jogaria num 4-3-1-2

Marcos O. C. Alves disse...

O que eu mudaria nessa escalação:

Ralf no lugar de Arouca: um volante de marcação muito superior a Arouca. Arouca não cumpre mais papel de primeiro volante há muito tempo. E nem como um volante apoiador tem futebol para ser titular de uma Seleção Brasileira.

Hernanes no lugar de Renato: concordo com todos os elogios feitos a Renato, entretanto Hernanes juntamente com Ramires daria uma dinâmica maior à Seleção. Dois meias que sabem marcar, apoiar e finalizar. Além de estarem em grande fase no futebol europeu, o que dá mais "moral". De qualquer forma, Renato é um bom nome para compor os 23 jogadores.

Oscar no lugar de Ganso: acho que após os últimos jogos de Oscar na Seleção e no Inter e de Ganso no Santos (do meio de 2011 pra cá), essa mudança é indiscutível.

Por fim, Damião é uma verdadeira incógnita, a meu ver. Acho que um jogador do seu estilo se encaixaria bem, entretanto tenho lá minhas dúvidas quanto ao potencial desse jogador. Talvez uma temporada em um bom time europeu seja suficiente para termos mais base para analisá-lo.

O time jogaria num 4-3-1-2

Marcos O. C. Alves disse...

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Hernanes no lugar de Renato: concordo com todos os elogios feitos a Renato, entretanto Hernanes juntamente com Ramires daria uma dinâmica maior à Seleção. Dois meias que sabem marcar, apoiar e finalizar. Além de estarem em grande fase no futebol europeu, o que dá mais "moral". De qualquer forma, Renato é um bom nome para compor os 23 jogadores.

Oscar no lugar de Ganso: acho que após os últimos jogos de Oscar na Seleção e no Inter e de Ganso no Santos (do meio de 2011 pra cá), essa mudança é indiscutível.

Por fim, Damião é uma verdadeira incógnita, a meu ver. Acho que um jogador do seu estilo se encaixaria bem, entretanto tenho lá minhas dúvidas quanto ao potencial desse jogador. Talvez uma temporada em um bom time europeu seja suficiente para termos mais base para analisá-lo.

O time jogaria num 4-3-1-2

Marcos O. C. Alves disse...

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Oscar no lugar de Ganso: acho que após os últimos jogos de Oscar na Seleção e no Inter e de Ganso no Santos (do meio de 2011 pra cá), essa mudança é indiscutível.

Por fim, Damião é uma verdadeira incógnita, a meu ver. Acho que um jogador do seu estilo se encaixaria bem, entretanto tenho lá minhas dúvidas quanto ao potencial desse jogador. Talvez uma temporada em um bom time europeu seja suficiente para termos mais base para analisá-lo.

O time jogaria num 4-3-1-2

Marcos O. C. Alves disse...

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Hernanes no lugar de Renato: concordo com todos os elogios feitos a Renato, entretanto Hernanes juntamente com Ramires daria uma dinâmica maior à Seleção. Dois meias que sabem marcar, apoiar e finalizar. Além de estarem em grande fase no futebol europeu, o que dá mais "moral". De qualquer forma, Renato é um bom nome para compor os 23 jogadores.

Oscar no lugar de Ganso: acho que após os últimos jogos de Oscar na Seleção e no Inter e de Ganso no Santos (do meio de 2011 pra cá), essa mudança é indiscutível.

Por fim, Damião é uma verdadeira incógnita, a meu ver. Acho que um jogador do seu estilo se encaixaria bem, entretanto tenho lá minhas dúvidas quanto ao potencial desse jogador. Talvez uma temporada em um bom time europeu seja suficiente para termos mais base para analisá-lo.

O time jogaria num 4-3-1-2

Marcos Alves disse...

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Marcos Alves disse...

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Hernanes no lugar de Renato: concordo com todos os elogios feitos a Renato, entretanto Hernanes juntamente com Ramires daria uma dinâmica maior à Seleção. Dois meias que sabem marcar, apoiar e finalizar. Além de estarem em grande fase no futebol europeu, o que dá mais "moral". De qualquer forma, Renato é um bom nome para compor os 23 jogadores.

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Hernanes no lugar de Renato: concordo com todos os elogios feitos a Renato, entretanto Hernanes juntamente com Ramires daria uma dinâmica maior à Seleção. Dois meias que sabem marcar, apoiar e finalizar. Além de estarem em grande fase no futebol europeu, o que dá mais "moral". De qualquer forma, Renato é um bom nome para compor os 23 jogadores.

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Oscar no lugar de Ganso: acho que após os últimos jogos de Oscar na Seleção e no Inter e de Ganso no Santos (do meio de 2011 pra cá), essa mudança é indiscutível.

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O time jogaria num 4-3-1-2

Marcos O. C. Alves disse...

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Ralf no lugar de Arouca: um volante de marcação muito superior a Arouca. Arouca não cumpre mais papel de primeiro volante há muito tempo. E nem como um volante apoiador tem futebol para ser titular de uma Seleção Brasileira.

Hernanes no lugar de Renato: concordo com todos os elogios feitos a Renato, entretanto Hernanes juntamente com Ramires daria uma dinâmica maior à Seleção. Dois meias que sabem marcar, apoiar e finalizar. Além de estarem em grande fase no futebol europeu, o que dá mais "moral". De qualquer forma, Renato é um bom nome para compor os 23 jogadores.

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Hernanes no lugar de Renato: concordo com todos os elogios feitos a Renato, entretanto Hernanes juntamente com Ramires daria uma dinâmica maior à Seleção. Dois meias que sabem marcar, apoiar e finalizar. Além de estarem em grande fase no futebol europeu, o que dá mais "moral". De qualquer forma, Renato é um bom nome para compor os 23 jogadores.

Oscar no lugar de Ganso: acho que após os últimos jogos de Oscar na Seleção e no Inter e de Ganso no Santos (do meio de 2011 pra cá), essa mudança é indiscutível.

Por fim, Damião é uma verdadeira incógnita, a meu ver. Acho que um jogador do seu estilo se encaixaria bem, entretanto tenho lá minhas dúvidas quanto ao potencial desse jogador. Talvez uma temporada em um bom time europeu seja suficiente para termos mais base para analisá-lo.

O time jogaria num 4-3-1-2