sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Fluminense e Bahia: Eu sei o que fizeram por vocês no verão de 2000



Fonte: Folhaonline

Cronologia

2.nov.99
O Tribunal de Justiça Desportiva da CBF condena o São Paulo pela escalação do atacante Sandro Hiroshi na vitória sobre o Botafogo-RJ por 6 a 1, e, baseando-se numa versão adulterada do Código Brasileiro Disciplinar do Futebol, dá os pontos do jogo ao Botafogo, o que causa o rebaixamento do Gama.

13.nov.99
O PFL-DF e o Sindicato dos Técnicos do DF entram na Justiça comum, que dá liminar garantindo o Gama na série A.

3.fev.00
Juiz do Tribunal Regional Federal-DF nega recurso do Botafogo para cassar a liminar que mantém o Gama na série A do Brasileiro.

29.fev.00
A segunda Turma do TRF-DF rejeita recurso da CBF contra a liminar que garante o Gama na Copa do Brasil.

14.mar.00
O Tribunal Federal de Recursos do DF rejeita recursos da CBF contra a liminar que mantém o Gama na série A e na Copa do Brasil.

8.mai.00
O Clube dos 13 define que vai criar uma liga neste ano, sem o Gama. A CBF diz que pode apoiar.

31.mai.00
Ministro do STJ rejeita mais um recurso da CBF para tentar cassar a liminar pró-Gama.

12.jun.00
A Fifa designa um dirigente da Conmebol para apurar o caso do Gama no Brasil. O emissário ouve sete pessoas, seis notoriamente contrárias ao Gama e um dirigente do clube. A entidade máxima do futebol chega a ameaçar a CBF de suspensão caso o problema não seja solucionado.

14.jun.00
Os dirigentes do Gama processam Miranda no STF, que requisita as fitas da entrevista.

29.jun.00
O Clube dos 13 lança a Copa João Havelange, com 108 times, mas não inclui o Gama.

10.jul.00
O Gama obtém liminar na Justiça comum para disputar a primeira divisão da Copa João Havelange.

17.jul.00
O Clube dos 13 e a CBF recorrem contra a liminar.

18.jul.00
O juiz Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal de Brasília, negou o recurso da CBF e do Clube dos 13 e manteve o Gama na primeira divisão.

20.jul.00
O Clube dos 13, o Gama e a CBF entram em acordo e anunciam a primeira divisão com 25 clubes, incluindo o time brasiliense, o Fluminense (campeão da série C, deveria jogar a segunda divisão em 2000), o Bahia e o América-MG (respectivamente, terceiro e sétimo na tabela final da série B de 1999, deveriam permanecer na segunda divisão em 2000).

25.jul.00
O Clube dos 13 anuncia a criação do Tribunal de Penas para julgar os casos de indisciplina na Copa João Havelange.


FLUMINENSE
Confira: Classificação, jogos e resultados obtidos pelo Fluminense na conquista do título da terceira divisão em 1999:

Fonte: UOL Esporte

BAHIA e AMÉRICA MINEIRO
Confira a tabela e as colocação final de Bahia e América Mineiro no campeonato brasileiro da série B de 1999:
Fonte: Site Bola n@ Área

FLUMINENSE e BAHIA NO BRASILEIRÃO 2013 
No dia 08 de dezembro, na Fonte Nova, o tricolor baiano receberá o tricolor carioca em partida válida pela última rodada do Brasileirão 2013. A atual situação dos dois times no campeonato nacional é dramática. Confira:
Fonte: UOL Esporte, em 15/11/2013
 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Um Barcelona mais Tik-Tata do que Pep-Tito

Fonte: Sport.es

Pertinentes as observações do jornalista espanhol Xavi Torres (Sport.es), sobre os primeiros passos táticos (Os 7a0 no Levante) deste "Barcelona de Tata Martino", em comparação com o Barça que estávamos acostumados a ver com Pep Guardiola e Tito Villanova:
 
1 - Transição ofensiva mais vertical e rápida, usando mais a bola longa de um Cesc, de um Busquets.
 
2 - Dani Alves e Adriano buscando mais o jogo por dentro para explorarem com maior constância, seus qualificados arremates de fora da área. Aliás, liberdade e orientação tática esta, na linha do mestre Marcelo Bielsa, quando este tem (e teve) entre seus comandados, um lateral como Juan Pablo Sorín.
 
3 -  "Ponteiros" abertos com maior frequência para não só manter a última linha adversária mais larga, vulnerável, abrindo mais espaços para os homens culés da faixa central da cancha , mas porque, Alexis e Pedro/Neymar, normalmente serão mais produtivos no mano a mano em jogadas de linha de fundo do que os laterais, Alves e Adriano.
 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Saiba mais sobre o meia Santiago Montoya novo reforço do Vasco


 

O meia colombiano Santiago Montoya Muñoz, 21 anos, passou 6 anos nas divisões de base do Club Atlético Nacional da cidade de Medelín, antes de chegar ao argentino All Boys, onde atuou por 3 anos. Montoya debutou na primeira divisão portenha no dia 06 de outubro de 2012 diante do San Martín de San Juan, em partida válida pela décima rodada do torneio Inicial, substituindo na segunda etapa, o companheiro Francisco Martínez.

O Montoya teve as melhores oportunidades no time profissional do All Boys nesta segunda metade do campeonato argentino, temporada 2012/2013.  Na primeira rodada do Torneio Final, jogou os 45 minutos finais do empate em 1 a 1 com o Godoy Cruz. Depois de ser banco também na segunda rodada, o garoto Santiago Montoya Muñoz não só foi titular pela primeira vez desde que chegou aos profissionais, como também, um dos principais destaques do All Boys na vitória por 2 a 0 pra cima do Boca Juniors, atuando como homem de ligação dentro sistema tático 4-3-1-2 da equipe dirigida pelo técnico José Pepe Romero. Além de não tomar conhecimento dos dois volantes xeneizes, Leandro Somoza e Ribair Rodríguez, o jovem meia cafetero ainda deu uma bela assistência para o gol do companheiro Ahumada.

Se foi "nota 8" diante do Boca, Montoya foi "6" na derrota para o Tigre e nas vitórias sobre o Independiente de Avellaneda e Belgrano de Córdoba, mas sempre sendo um dos principais nomes do seu modesto time.

Montoya é um meia veloz que costuma se movimentar por todo o campo defensivo adversário, gosta de encarar o mano a mano para aplicar dribles curtos e investe muito no aperfeiçoamento dos arremates de fora da área, principalmente em lances de bola parada, como no belo gol de canhota que marcou em cobrança de falta nos 4 a 1 do All Boys pra cima do Brown de Adrogué, em partida válida pela Copa Argentina.

“Colômbia” ou “Colo”, apelidos que Montoya ganhou nas divisões de base do All Boys, também pode atuar como meia pelo lado esquerdo da linha de 3 de um 4-2-3-1 ou como segundo atacante, em um 4-4-1-1.

 Canhota na bola e belo gol de Montoya Muñoz, em partida válida pela Copa Argentina:



Melhores momentos da ótima atuação do camisa 24 do All Boys contra o Boca Juniors:


Este vídeo ressalta flagrantes do papel executado pelo jovem Montoya Muñoz como o meio-campista responsável por ser o protagonista no último passe para servir os dois homens de frente do All Boys. Posicionado por dentro, como meia de ligação, mas caindo pelo lado esquerdo do ataque, configurando a variação tática do 4-3-1-2 de referência para o 4-4-2 com posse de bola, quando o meia colombiano recebia a pelota pela beirada esquerda do campo durante a transição ofensiva do All Boys.
Campinho tático referente ao posicionamento de Montoya como homem de ligação dentro do 4-3-1-2 do All Boys diante do Boca Juniors:
 
 
Teipe na íntegra!
Montoya atuando como atacante de lado de campo no 4-3-1-2 do All Boys na vitória por 2 a 1 sobre o Newell’s Old Boys, em partida válida pela 16 rodada do torneio Final argentino.
OBS: A função de enganche (homem de ligação) foi exercida por Brian Sarmiento, jogador que passou a ser o preferido do técnico Pepe Romero para executar tal tarefa. E Sarmiento vem se destacando desde então:



terça-feira, 21 de maio de 2013

Por Petrick Moreno - Análise tática do Tijuana



Taticamente o Xolos joga no 4-4-2 (sem bola), quando com a posse da mesma, Fidel (O Neymar equatoriano) migra da linha de meias para ser um autêntico atacante pelo lado esquerdo, nesse momento nota-se um 4-3-3.
A bola parada do Tijuana é algo notável, aliás, característica dos trabalhos de El Turco. Escanteios, faltas e até laterais, são uma arma interessante dessa equipe.
Individualmente falando a equipe tem bons jogadores, Saucedo (goleiro, boa colocação), Gandolfi (zagueiro com grande senso de cobertura), Castillo (lateral esquerdo), Joe Corona (meia direita rápido e bastante inteligente), Arce (o "10", cérebro, armador, organizador de jogadas, o homem que pensa o jogo no Xolos), Fidel (meia/atacante pelo lado esquerdo, muito habilidoso e rápido), Duvier (atacante pelo lado direito, forte fisicamente, muito ousado, porém pouco inteligente), Moreno (centroavante com boa presença de área) e Pellerano (volante com grande poder de marcação (responsável pela estabilidade defensiva do meio campo) e excelente qualidade de finalização de média e longa distância).
O lado mais forte do Xolos é sem dúvida o esquerdo (ofensivamente falando), Fidel e Castillo se entendem muito bem por esse setor.
Sobre a provável escalação, acredito que não vá fugir muito da equipe que enfrentou o Palmeiras. Moreno foi baixa no último jogo, mas acredito que ele jogue. Caso não jogue, ou Duvier será deslocado para a função do argentino, ou Olsina ou R. Enríquez farão a função de "9" da equipe.



Petrick Moreno é comentarista no programa Balaio e especialista em futebol mexicano.

 
 


Observações do blog:

No período em que dirigiu o Independiente de Avellaneda e conquistou a Copa Sulamericana 2010, o técnico Antonio Mohamed já priorizava muito as jogadas de bola parada (escanteios, e faltas laterais), através de tramas em “dois lances”, com a participação de um jogador no primeiro pau, buscando a outro companheiro no segundo pau.


O campinho tático acima indica o 3-3-3-1/3-3-1-3 aplicado pelo técnico Cuca ao enfrentar o 4-4-2 (duas linhas de 4 e dois atacantes de área) do Arsenal de Sarandi nos 5 a 2 que o Galo aplicou na equipe argentina, em partida válida pela segunda rodada da fase de grupos.


Mascote do Tijuana: Os xolos são uma raça canina pré-colombiana natural da Mesoamérica podendo a sua presença ser datada há mais de 3.500 anos. Acredita-se que algumas culturas os mantinham como bichos de estimação e aquecedores de leito, animais sagrados e mesmo como animais de corte. Na mitologia dos aztecas os xolos eram considerados sagrados, pois acreditava-se que tinham a capacidade de conduzir seus mestres no mundo dos espíritos.
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Lançamento da biografia do craque Adílio lota livraria no Rio de Janeiro

Palavras do Adílio: "Amigo Renato Zanata, ontem você sentiu a força de uma parceria em um projeto bem elaborado. Digo a você que parecia um clássico num Maracanã lotado, onde o conjunto de pessoas torcia por um único time: biografia do Adílio, camisa oito da nação, autor Renato Zanata. Essa foi o conceito das famílias que lá estiveram."
 


Na noite de ontem (13), Renato Zanata Arnos lançou a biografia “Adílio – camisa 8 da Nação” ao lado do ídolo rubro-negro. A Livraria da Travessa de Ipanema foi invadida por torcedores, jornalistas e ex-jogadores que formaram uma longa fila para a dedicatória do autor e do biografado.

Dentre os que apareceram para prestigiar o craque estavam o Maestro Júnior, o habilidoso ex-ponta-esquerda Júlio César Uri Geller, o ex-zagueiro Jaime, o ex-meio-campista Gilmar Popoca, o ex-goleiro Fernandinho, com 100 anos completados recentemente, e os jornalistas Sidney Garambone, Raul Quadros e Edson Mauro. Júnior, um dos principais ídolos do clube e da Seleção Brasileira, hoje comentarista de futebol, foi um dos primeiros a chegar. Quem marcou presença também foi a taça do título Mundial Interclubes de 1981, maior conquista do clube.

A história de Adílio muito pouco explorada antes desse livro, ganha requintes de detalhes com fotos raras da infância e da família, somam-se a isso histórias que comovem o leitor. A obra mostra que Adílio é um vencedor fora e dentro dos gramados.

“Adílio – camisa 8 da Nação” esgotou rapidamente e a editora teve que providenciar mais livros para atender a todos os torcedores e admiradores de Adílio. Marcado para começar às 19 horas, por causa do número de pessoas, o evento foi antecipado para às 18h30. A fila em pouco tempo se prolongava da mesa onde estavam Adílio e o autor da biografia, Renato Zanata, até à porta de entrada da livraria. Torcedores de todas as idades compareceram à noite de autógrafos.

Torcedores vieram de todos os lugares. Teve rubro-negro vindo de São Lourenço (MG) especialmente para ter o livro autografado pelo ídolo ao lado da taça do campeonato mundial conquistado pelo Flamengo, emprestada pela direção do clube para que os torcedores levassem uma lembrança de um dos títulos conquistados pelo jogador.

A noite de autógrafo foi uma das mais concorridas na filial da Travessa de Ipanema. O evento só terminou pouco antes da meia-noite. Adílio e o autor do livro, Renato Zanata, autografaram e posaram para centenas de fotos.


Opinião de quem já leu o livro:
 Estive ontem no lançamento do livro do GRANDE Adílio!!! Foi até difícil falar com o Brown, pq muitas pessoas estavam na fila, e ela não diminuia. Mas consegui, dei um grande abraço e desejei tudo de bom! O livro é SENSACIONAL, assim como a história de vida dele! Como eu disse, esse cara foi uma das maiores referências que eu tive com profissional e como pessoa!
E recomendo a leitura à TODOS!!! Vale MUITO a pena!” (palavras do maestro Júnior, via facebook)


Palavras do jornalista Lúcio de Castro, via e-mail: “Fala, Renato! Rapaz, que prazer! O livro e muito, muito saboroso! Especial! Vai além do futebol, passa pelo contexto do auxilio, a Cruzada, enfim...que prazer. Falarei agora no bate bola com muito prazer. Divulgarei porque o trabalho e mais do que merecedor. Parabéns, abs, Lúcio”
Dudu Monsanto, narrador e apresentador dos canais ESPN, via twitter:Já acabei o livro, @rzanata_arnos . Li numa tarde, muitas histórias legais que não conhecia da infância e adolescência do Adílio. Parabéns!”


O escritor e blogueiro (urublog) Arthur Muhlenberg, via twitter: Status: devorando o livro do @rzanata_arnos , Adilio camisa 8 da Nação. Leitura altamente recomendada.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Galo Forte e Encantador - breve resenha tática sobre time do Mestre Cuca


Atlético Mineiro 3x0 Cruzeiro
Domingo, 12 de maio de 2013
Primeiro jogo válido pela decisão do título Estadual de 2013
Flagrante tático do 4-2-1-3 alvinegro visualizado quando o Galo recuperava o couro
O Atlético Mineiro do Mestre Cuca com seu dinâmico, e consequentemente muito flexível 4-2-3-1, atropelou a Raposa no estádio Independência.
Se sem a bola o Galo foi flagrado no 4-1-4-1,
no próprio 4-2-3-1(sistema de referência), e no 4-2-1-3 (4-3-3, se preferir), sendo este último, o desenho tático protagonista quando a equipe alvinegra recuperava a pelota.


Ronaldinho Gaúcho menos, mas principalmente Bernard, Tardelli e Jô invertem constantemente de posicionamento com um dinamismo absurdo, que não nos permite usar nossas terminologias do ofício com intuito de delimitir e definir previamente as tarefas desenvolvidas na cancha por cada um destes integrantes do quarteto fantástico alvinegro,quando nos atrevemos a analisar taticamente este Atlético Mineiro cada vez maisForte e Encantador. Ou seja, quando, por exemplo, identificamos o 4-2-3-1, flagramos também que nem sempre são os mesmos nomes a ocupar a linha de três ou o comando do ataque. E ao ver o Tardelli recuando para ocupar a beirada direita do campo, ao mesmo tempo em que o Marcos Rocha se projeta por dentro, pelo mesmo setor, como se fora um meia, não tem jeito, o bloqueio defensivo adversário acabará sucumbindo, mais cedo ou mais tarde, ao dinamismo tático implementado pelo técnico Cuca e aos talentos individuais que o treinador ousou escalar na sua equipe.
Diferente, portanto, de um Cruzeiro que se apresentou a partir de um 4-2-3-1 mais óbvio, mais pragmático, com seu sistema tático de referência refém na segunda metade da cancha da previsibilidade dos movimentos do quarteto, Dagoberto, Diego Souza, Everton Ribeiro e Borges. Daí a facilidade encontrada pelo improvisado Gilberto Silva (o volante atuou como zagueiro) e pelo capitão Réver para fazerem uma clara leitura tática dos movimentos executados pelo centroavante Borges.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Flagrantes táticos da Libertadores 2013 - Peñarol

Deportes Iquique 1x2 Peñarol (Grupo 4)
13 de fevereiro de 2013
Partida válida pela primeira rodada da segunda fase da Copa Libertadores da América.
O Grupo 4 conta ainda com o Emelec do Equador e o Vélez Sarsfield da Argentina.
 
Deportes Iquique: Rodrigo Naranjo; Juan Fernández, Cristián Grabinski, Rodrigo Brito, Nicolás Ortiz; Fernando Manríquez (m.79, Misael Dávila), Víctor Hugo Sarabia (m.61, Álvaro Ormeño), Leonardo Monje (m.60, Sebastián Ereros), Rodrigo Díaz; Edson Puch e Manuel Villalobos.
DT: Cristián Díaz.
Peñarol: Enrique Bologna; Alejandro González, Carlos Valdéz, Darío Rodríguez, Aureliano Torres; Marcel Novick, Carlos Grossmuller (m.61, Matías Aguirre), Fabián Estoyanoff (m.81, Walter López), Sebastián Cristóforo, Marcelo Zalayeta (m.67, Mauro Fernández) e Juan Manuel Olivera.
 DT: Jorge Da Silva.
Gols: 0-1, m.5: Fabián Estoyanoff (Peñarol). 1-1, m.58: Manuel Villalobos (Iquique). 1-2. m.72: Juan Manuel Olivera (Peñarol).
 
Flagrantes táticos do Peñarol:
Foto 1

Foto 2
 
Foto 3
 
As fotos 1, 2 e 3 são flagrantes do primeiro gol aurinegro:
O Peñarol do DT Jorge da Silva marcou pressão na saída de bola do Deportes Iquique utilizando 5 homens dentro do campo defensivo dos donos da casa, obrigando o time chileno a rifar a bola várias vezes. O lance que originou o gol de Stoyanoff começou com um chutão do goleiro Rodrigo Naranjo que o zagueiro central aurinegro Carlos Valdéz interceptou de cabeça acionando o meiocampista Cristóforo que matou a bola no peito com categoria e de perna direita serviu belo passe ao camisa 11 Stoyanoff por cima da quarto zagueiro e lateral esquerdo adversário, lado direito do ataque uruguaio. O camisa 11 do Peñarol penetrou livre dentro da grande área e com a perna direita ajeitou a bola e bateu forte, por debaixo das pernas de Naranjo.
Um dos desenhos táticos queo Peñarol adotou ao marcar pressão na saída de bola do Iquique foi o 4-1-3-2 (Fotos 1 e 2).
Assim que Valdez recuperou a bola e acionou o camisa 20 Cristóforo o desenho tático se alterou para o 4-3-3 (Foto 3).
Foto 4
Mais um flagrante de parte do 4-1-3-2 aurinegro quando enfiava 5 carboneros dentro do campo defensivo do Iquique marcando pressão na saída de bola chilena.
 
Foto 5
Sem a bola, o escrete Mirasol também aplicou o 4-3-3. Pressão ainda mais sufocante pra cima dos Dragões Celestes. O flagrante também registra a inversão de posicionamento entre Zalayeta, Stoyanoff e Juan Manuel Olivera, uma prática constante no time dirigido por Jorge da Silva.
 
Foto 6
Foto 7
 
As fotos 6 e 7 registram o flagrante de um 4-2-2 do Peñarol quando o time aurinegro (já em vantagem no marcador) cedia terreno para o Deportes Iquique até ultrapassarem a linha média, onde os carboneros passavam a vender caro cada pedaço da cancha usando como principal referência tática defensiva duas linhas de 4 que apresentaram como protagonistas na recuperação de bolas os meiocampistas Marcel Novick* e o jovem (19 anos) Sebastian Cristóforo.
 
*Marcel Novick é irmão do enganche Hernán Novick, jogador do Fênix (Uruguai) que teria sido oferecido ao Flamengo no começo deste ano.